Finanças: Consertar ou comprar um novo? Especialistas explicam quando vale a pena reparar sua TV, geladeira ou micro-ondas
Na vida cotidiana, a quebra de um aparelho doméstico gera muitas dúvidas. O dilema entre consertar ou comprar um novo é comum e pode impactar diretamente o orçamento. Especialistas reforçam a necessidade de considerar diversos fatores antes de tomar essa decisão.
Um dos aspectos mais importantes é a idade do eletrodoméstico. Se um aparelho tem vários anos de uso e apresenta um defeito, a manutenção pode não ser a melhor alternativa. Geralmente, se o conserto custar mais de 50% do valor de um novo, é aconselhável optar pela compra de um substituto.
Outro ponto crucial é o tipo de defeito. Sem dúvida, problemas simples, como uma peça quebrada ou uma falha que pode ser facilmente corrigida, podem valer a pena ser reparados. Em contrapartida, defeitos complexos em tecnologias mais avançadas, como televisões de última geração, podem indicar que a troca é a solução mais viável.
A eficiência energética também deve ser levada em conta. Muitos aparelhos novos oferecem economia significativa no consumo de energia. Assim, investir em um modelo mais moderno pode resultar em economia a longo prazo, além de reduzir o impacto ambiental.
Além disso, é fundamental avaliar a garantia do produto. Um aparelho ainda na garantia pode ser consertado sem custo adicional. Se a manutenção for coberta, essa é uma oportunidade valiosa para prolongar a vida útil do produto sem comprometer o orçamento.
Em relação às marcas e modelos, algumas opções têm uma vida útil mais longa que outras. Pesquisas de mercado podem ajudar na escolha de aparelhos com uma taxa de falha baixa. Optar por marcas reconhecidas pode garantir maior durabilidade e menos preocupações com consertos.
Há também questões emocionais envolvidas. Um eletrodoméstico que faz parte da rotina familiar pode ter um valor sentimental. Para alguns, manter e consertar esses itens pode ser uma forma de preservar memórias, mas é preciso ponderar o custo desse apego.
Por último, o contexto financeiro pessoal desempenha um papel decisivo. Se o consumidor está enfrentando dificuldades financeiras, consertar pode ser a única solução viável. Alternativamente, quando há recursos, investir na troca pode trazer mais conforto e eficiência ao dia a dia.
Decidir entre consertar ou comprar um novo é um desafio que exige planejamento. Avaliar a situação de forma racional e cuidadosa pode ajudar na resolução desse dilema de forma que não comprometa a saúde financeira. Consultar especialistas e realizar pesquisas ajuda a tomar a melhor decisão conforme as circunstâncias.
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