Com maior uso em casa, cresce busca por conserto de eletrodomésticos; saiba quando é melhor arrumar ou comprar um novo
A pandemia e o aumento do trabalho remoto intensificaram o uso de eletrodomésticos em casa, resultando em uma crescente demanda por serviços de conserto. No entanto, muitos consumidores se deparam com a dúvida: vale a pena consertar ou investir em um novo aparelho? Este artigo explora as principais considerações a serem feitas antes de tomar essa decisão.
Considerar o desgaste do equipamento é um primeiro passo fundamental. Eletrodomésticos, como geladeiras e máquinas de lavar, podem sofrer desgastes naturais com o tempo. Se um aparelho está apresentando problemas frequentes, é essencial avaliar a idade e o histórico de manutenção dele.
Um fator importante na decisão é o custo do conserto em comparação com o preço de um novo. Se o reparo se aproxima de 50% ou mais do valor de um eletrodoméstico novo, muitas vezes a melhor alternativa é adquirir um modelo novo. Esta análise ajuda a evitar gastos desnecessários.
Além do custo, é preciso considerar a eficiência energética. Com a valorização da sustentabilidade, muitos consumidores optam por modelos mais modernos que consomem menos energia. Um aparelho antigo pode ter um custo elevado a longo prazo, mesmo que o conserto seja mais barato.
A durabilidade do novo eletrodoméstico também deve ser ponderada. Modelos mais novos geralmente vêm com garantias que cobrem eventos indesejados. Essa segurança pode proporcionar tranquilidade ao comprador, enquanto a durabilidade do modelo atual deve ser avaliada com cuidado.
A experiência do consumidor também é um fator a ser considerado. Muitas pessoas têm histórias de frustração com consertos que não resolveram o problema. Opiniões de amigos ou familiares sobre a confiabilidade de serviços de conserto podem influenciar a decisão de consertar ou não.
A disponibilidade de peças de reposição é outro critério a ser analisado. Para aparelhos mais antigos, pode ser difícil encontrar componentes. Nesse caso, o conserto pode ser inviável, levando o consumidor a optar por um equipamento novo e mais fácil de manter.
Outros fatores, como novas funcionalidades e tecnologias, também devem ser pensados. Eletrodomésticos modernos frequentemente vêm com recursos que melhoram a experiência do usuário. Investir em novas tecnologias pode trazer mais conforto e praticidade ao dia a dia da família.
Por fim, é essencial verificar o nível de urgência da necessidade de conserto. Se um eletrodoméstico essencial deixar de funcionar, o conserto pode ser uma prioridade. Entretanto, se o aparelho não é vital, pode valer a pena esperar e buscar um modelo atualizado no mercado.
Em conclusão, a decisão de consertar ou comprar um novo eletrodoméstico envolve várias considerações. Avaliações de custo, durabilidade e eficiência energética devem ser feitas com cuidado. Tomar uma decisão informada pode economizar tempo e dinheiro a longo prazo, garantindo que o investimento no lar seja o mais benéfico possível.
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